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1º de Maio de luta

Por: Imprensa30/04/19 12:30

União das centrais é histórica e mostra necessidade urgente de resistência para garantir direitos; foco estará na reforma da Previdência

 

Amanhã é 1º de maio, dia do trabalhador. Pela primeira vez, as centrais sindicais do País estarão unidas para celebrar a data. O feito é histórico e muito significativo, já que os trabalhadores brasileiros, em todas as categorias, nesse momento correm sérios riscos de redução e até mesmo retirada de direitos conquistados com muitas lutas ao longo de décadas.

Não por acaso, o grande destaque deste 1º de Maio é a reforma da Previdência, que vem sendo empurrada pelo governo federal e seus aliados com o discurso de que com ela será possível uma enorme economia, evitando a quebra do sistema, além de “acabar” com privilégios. Uma grande mentira, já desmascarada por economistas, vez que 80% dessa “economia” será resultado de cortes nos benefícios no Regime Geral da Previdência Social (RGPS), onde 60% recebem um salário mínimo.

“É hora de estar alerta e compreender que, sem resistência, vamos perder muito; nós e as futuras gerações de trabalhadores. A reforma trabalhista já começou esse desmonte, não podemos deixar que também a Previdência seja desmantelada”, alerta a coordenadora do comitê nacional em defesa das empresas públicas e representante dos empregados da Caixa no Conselho de Administração, Rita Serrano.

As atividades acontecem por todo o Brasil e, além das ruas, é possível protestar via rede social, em sites como o https://reajaagora.org.br/, que traz a opção de cálculo da aposentadoria pelo modelo atual e o proposto e a relação de parlamentares do Congresso Nacional.

 

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