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Correios: respeito à greve e não à privatização

Por: Imprensa11/09/20 13:14

Categoria deve ter audiência de conciliação hoje; serviço é estatizado em diversos países

 

A greve dos trabalhadores dos Correios começou há quase um mês, em 18 de agosto, e esta sexta poderá ser decisiva para a paralisação, já que deve acontecer a audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho. A reivindicação central da categoria é a manutenção do acordo coletivo firmado em 2019, com vigência prevista até 2021, que foi suspenso pelos Correios em razão da pandemia. Cerca de 70 cláusulas deixaram de vigorar, entre elas a licença-maternidade de 180 dias, pagamento de adicional noturno, auxílio-creche e indenização por morte.

No entanto, a greve também é forma de resistir à privatização da empresa desejada pelo governo Bolsonaro. A previsão é que o projeto de lei que estabelece o novo marco legal do setor postal seja encaminhado ao Congresso nas próximas semanas, dando início ao processo de privatização. Num país imenso como o Brasil, passar os Correios para a iniciativa privada é piorar serviços, aumentar custos para a população e propiciar demissões entre seus funcionários, que são aproximadamente 100 mil. Pelo mundo, Canadá, Rússia e até mesmo os EUA mantêm os correios sob comando governamental. Portugal e Argentina, que optaram por privatizar o serviço, já discutem a possibilidade de reestatizar – saiba mais assistindo ao vídeo com a coordenadora do Comitê nacional em Defesa das Empresas Públicas, Rita Serrano, aqui.

 

O pedido para que o TST analise o caso foi feito pelos sindicatos da categoria e pelo Ministério Público do Trabalho, após revogação do acordo coletivo pelo Supremo Tribunal Federal. A audiência está prevista para ocorrer hoje às 16h.

A greve dos trabalhadores dos Correios começou há quase um mês, em 18 de agosto, e esta sexta poderá ser decisiva para a paralisação, já que deve acontecer a audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho. A reivindicação central da categoria é a manutenção do acordo coletivo firmado em 2019, com vigência prevista até 2021, que foi suspenso pelos Correios em razão da pandemia. Cerca de 70 cláusulas deixaram de vigorar, entre elas a licença-maternidade de 180 dias, pagamento de adicional noturno, auxílio-creche e indenização por morte.

No entanto, a greve também é forma de resistir à privatização da empresa desejada pelo governo Bolsonaro. A previsão é que o projeto de lei que estabelece o novo marco legal do setor postal seja encaminhado ao Congresso nas próximas semanas, dando início ao processo de privatização. Num país imenso como o Brasil, passar os Correios para a iniciativa privada é piorar serviços, aumentar custos para a população e propiciar demissões entre seus funcionários, que são aproximadamente 100 mil. Pelo mundo, Canadá, Rússia e até mesmo os EUA mantêm os correios sob comando governamental. Portugal e Argentina, que optaram por privatizar o serviço, já discutem a possibilidade de reestatizar – saiba mais assistindo ao vídeo com a coordenadora do Comitê nacional em Defesa das Empresas Públicas, Rita Serrano, aqui.

 

O pedido para que o TST analise o caso foi feito pelos sindicatos da categoria e pelo Ministério Público do Trabalho, após revogação do acordo coletivo pelo Supremo Tribunal Federal. A audiência está prevista para ocorrer hoje às 16h.

 

 

 

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