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Defesa das empresas públicas terá seminários por setores

Por: Imprensa28/02/19 16:34

Cinco já estão programados; encontro da comissão organizadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas iniciou encaminhamento de propostas do seminário

Integrantes da comissão organizadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, reunidos em Brasília no último dia 22, deram início ao encaminhamento das propostas aprovadas durante seminário do comitê, ocorrido em 6 de fevereiro. Entre elas está a organização de cinco grandes seminários temáticos até agosto.

“Vamos promover a discussão por setores e, ao mesmo tempo, destacar essa nova etapa da campanha a cada atividade, reforçando a defesa das empresas públicas e de seus trabalhadores”, explica a coordenadora do comitê, Rita Serrano. As áreas previstas são o sistema financeiro público (agendado para o mês de abril, em Brasília); a comunicação pública, petróleo e gás e tecnologia agrícola. A discussão do setor energético também vai resultar em seminário que já está sendo organizado pelo STIU Brasília, o sindicato dos urbanitários.

Comunicação - Outros encaminhamentos da comissão destacaram a pesquisa de opinião sobre privatização com os parlamentares no Congresso Nacional, que será realizada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), e uma publicação com os mitos e verdades que cercam as empresas públicas, como forma de esclarecer trabalhadores, parlamentares e sociedade em geral.

Ainda no âmbito do Congresso Nacional a comissão também deu início às iniciativas para articulação de uma Frente Nacional em Defesa das Empresas Públicas. O próximo encontro do grupo será no dia 14 de março, em Brasília, em local a ser definido. Os integrantes da comissão devem encaminhar seus e-mails para cadastramento num sistema de videoconferência que deverá ser inaugurado nesta data.

“Estamos priorizando a informação e comunicação com trabalhadores, empregados e sociedade e ampliando nossos dados sobre os setores que poderão ser atingidos pela privatização. Ao mesmo tempo, reforça-se a criação ou reativação dos comitês pelo País. Nossa organização cresce e o ritmo precisa ser rápido, porque as ameaças também são crescentes a cada dia”, aponta Rita Serrano

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