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Desigualdade social se combate com bancos públicos fortes. Fórum Social Mundial 2022 debate o tema nesta quinta-feira (5), a partir das 10h.

Por: Aline Rossi03/05/2022 17:21

Os conselheiros de administração eleitos pelos trabalhadores, Rita Serrano, Caixa; Arthur Koblitz, BNDES e, Débora Fonseca, BB, participam de oficina organizada pela Contraf-CUT. Livro O Futuro é Público será lançado no evento.

Combater a desigualdade social por meio do fortalecimento dos bancos públicos. Esse é o tema do terceiro painel do Fórum Social Mundial 2022, que acontece nesta quinta-feira (5), a partir das 10h. O Fórum já começou e vai até o dia 6 de maio. As atividades acontecem de forma hibrida, com eventos on-line e presenciais na Cidade do México.

Quem quiser acompanhar esse painel, basta acessar o site: https://us06web.zoom.us/meeting/register/tZYsd-6urD8jGtyQ5b9KaWNr0HqyetUgIJpa e fazer a inscrição. O evento é gratuito.


“A pandemia mostrou, mais uma vez, a importância das empresas públicas na proteção social e desenvolvimento do Estado. A Caixa, é um exemplo de gestão pública, realizou o pagamento de benefícios sociais a milhões de brasileiros desamparados pela crise social, política e sanitária que abateu o país, em tempo recorde. A função da Caixa e dos bancos públicos, é estratégica para o país”, afirma Rita, coordenadora do Comitê em Defesa das Empresas públicas e representante dos empregados no CA da Caixa.
Destaco também a importância da participação de conselheiros eleitos pelos trabalhadores nesse debate, afinal o enfretamento com a direção do governo e dos bancos está sendo relevante na tentativa de não permitir o desmantelamento do patrimônio público. 

O painel conta ainda com a participação de Eliana Brasil e Rafael Zanon (Contraf/CUT), Fernando Amorim Teixeira (Dieese).

O Futuro é público

Durante sua participação, Rita Serrano vai apresentar o livro O Futuro é Público. A obra, que foi lançada no Inspira Fenae 2022, possui 248 páginas e foi baseada na pesquisa do Transnational Institute (TNI), centro de estudos em democracia e sustentabilidade sediado na Holanda.

O estudo do TNI revela que mais de 1,4 mil serviços foram reestatizados no mundo todo entre 2000 e 2017. Na maioria dos casos, a decisão de retornar esses serviços ao controle estatal se deu após a administração pela inciativa privada se mostrar problemática e ineficaz.

A versão em português conta com artigo de Rita Serrano, intitulado: Estado pós-pandemia e Empresas Públicas no Brasil.

O livro é gratuito e a versão digital está disponível no endereço: http://www.comiteempresaspublicas.com.br/portal/comite-empresas-publicas/noticias/versao-em-portugues-do-livro-o-futuro-e-publico-sera-distribuida-virtualmente.htm

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