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Neste dia 20 vamos defender uma Previdência pública e para todos

Por: Imprensa19/02/19 10:29

Comitê se une às demais entidades em protesto nacional nesta quarta, quando proposta de PEC será enviada ao Congresso

 

O Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, junto com as entidades que buscam a valorização e o respeito às estatais e seus trabalhadores, integra nesta quarta, 20, os protestos nacionais contra a reforma da Previdência que vem sendo desenhada pelo governo Bolsonaro. Neste dia 20, quando será enviado ao Congresso Nacional a proposta de emenda à Constituição (PEC) que pretende limitar ou mesmo acabar com o acesso às aposentadorias nos setores público e privado, as manifestações acontecem por todo o Brasil, numa assembleia nacional que vai definir um plano unitário de lutas para garantir uma Previdência digna e para todos.

Em São Paulo a concentração começa às 10h da manhã na Praça da Sé, no centro da capital. Outros atos devem ocorrer em pelo menos nove estados (confira programação abaixo). “Essa é uma luta conjunta, de interesse de todos os trabalhadores brasileiros, em empresas públicas e privadas, na cidade e no campo. Não podemos simplesmente assistir ao fim da Previdência Social, deixando milhões sem condições de se aposentar ou, se aposentado, sem condições de sobreviver”, aponta a coordenadora do comitê, Rita Serrano. Embora até agora não se saiba exatamente quais serão os itens a serem apresentados, o que foi possível conhecer até agora deixa claro que a proposta é ainda pior do que a anterior (de Temer).

Idade mínima de aposentadoria aos 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com período de transição de 12 anos, e adoção de um modelo de capitalização (testado sem sucesso em outros países, como no Chile) são alguns dos pontos em pauta que permitem classificar as mudanças como "extremamente prejudiciais", segundo as centrais sindicais. Além dos protestos neste dia 20, não está descartada a convocação de uma greve geral para derrotar a reforma da Previdência, assim como ocorreu no governo passado em abril de 2017.

 

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