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Pagamento do auxílio emergencial começa na quinta (9)

Por: Imprensa07/04/20 15:30

Valor maior é conquista, mas também é preciso ampliar medidas de proteção aos bancários que estarão na linha de frente do atendimento

 

As três parcelas do auxílio emergencial de R$ 600 por mês (valor que pode chegar a até R$ 1.200 por família) começam a ser pagas entre a próxima quinta, 9, e dia 14, iniciando pelos que têm conta na Caixa e Banco do Brasil. O calendário vai até 29 de maio e foi anunciado nesta terça (7).

“O projeto que conseguimos aprovar no Congresso é bem melhor do que a proposta inicial do governo Bolsonaro, de apenas R$ 200. É fruto do ´barulho´ de mais de meio milhão de assinaturas, milhares de e-mails de pressão, apoio de economistas e influenciadores e incontáveis menções à campanha pelo aumento desse valor nas redes sociais. E, claro, da articulação de mais de 160 organizações e movimentos envolvidos”, aponta a coordenadora do Comitê nacional em Defesa das Empresas Públicas e representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, Rita Serrano.

Rita destaca, ainda que as empresas envolvidas na linha de frente do pagamento – caso da Caixa, Dataprev e Banco do Brasil - continuam públicas graças à luta de entidades e movimentos sindical e social. “Essa vitória é um sopro de esperança nesses tempos tão difíceis, e é um lembrete importante de que somos fortes e conseguimos fazer a diferença mesmo sem sair de casa”, enfatiza.
Trabalho e riscos – Para atender ao aumento da demanda que deve ocorrer com o pagamento do auxílio, a ampliação de medidas protetivas também vem sendo solicitada pelos representantes dos bancários. Especificamente na Caixa serão instalados protetores de acrílico em 1.600 agências até o próximo 20 de abril, e nas demais unidades até 5 de maio.

“Os empregados da Caixa continuam trabalhando em benefício da população brasileira, o que muito nos orgulha. Mas se não houver plenas garantias de saúde, segurança e condições de trabalho para os bancários e usuários esse atendimento ficará prejudicado. E mesmo sabendo que a Caixa tem possibilidade de fazer tudo sozinha, por sua expertise e qualidade de pessoal, defendo a partilha com outras instituições para esse pagamento, porque, do contrário, empregados e população ficarão demasiadamente expostos”, enfatiza Rita.

A conselheira lembra ainda que em fevereiro passado questionou o projeto de restruturação da rede de varejo da Caixa, alertando para a ausência de proposta para inclusão bancária de mais de 40 milhões de brasileiros. “Se essa bancarização tivesse ocorrido agilizaria agora o pagamento do benefício”, avalia.

 

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