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Em defesa da Caixa e demais empresas públicas

Por: Imprensa21/11/17 10:57

Assista, em vídeo, à exposição de Rita Serrano durante audiência pública ocorrida na Assembleia Legislativa de SP

A defesa dos bancos públicos na Assembleia Legislativa de São Paulo, no último 7 de novembro, contou com a presença da coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, Rita Serrano. Ela destacou o cenário de desmonte de empresas públicas promovido pelo governo Temer e lembrou que há um discurso encampado pela imprensa que tenta desqualificar estatais e serviços públicos, atribuindo-lhes casos de má gestão, corrupção e ineficiência. “Tudo que é público vem sendo desgastado e desvalorizado e está sob risco”, apontou, denunciando o compromisso do governo golpista com o capital privado.

 

Rita argumentou que há várias empresas privadas do novo mercado da Bolsa cujos representantes foram denunciados e estão inclusive presos, como é o caso da JBS. Assim, especificamente sobre a Caixa, pontuou que a proposta de se mudar o estatuto do banco, tornando-o uma empresa sociedade anônima com a justificativa de melhor a governança, não se sustenta. “A Caixa é controlada por mais de 15 órgãos diferentes e presta contas ao Tesouro Nacional, o que não fazem bancos privados como Bradesco e Itaú, por exemplo”, afirmou, acrescentando que o banco é responsável por 70% do crédito habitacional e, justamente por cumprir papel social, diferentemente das instituições bancárias privadas, deveria ser capitalizado por seu único acionista, que é o governo federal. Em sua avaliação, “para ganhar esse jogo” não basta manter a Caixa pública: é preciso mudar o governo e sua concepção, valorizando o que é público e o desenvolvimento do País.

Clique aqui e assista ao vídeo.

 

 

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