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Empresas públicas: reagir ao desmonte é urgente, defendem participantes de seminário

Por: Imprensa08/05/18 16:40

Evento em Brasília organizado pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas nesta terça, 8, reuniu representantes de movimentos sindicais e sociais e parlamentares

Empresas públicas: reagir ao desmonte é urgente, defendem participantes de seminário

Evento em Brasília organizado pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas nesta terça, 8, reuniu representantes de movimentos sindicais e sociais e parlamentares

O seminário em defesa das empresas públicas brasileiras, realizado nesta terça, 8, no Congresso Nacional, em Brasília, denunciou os ataques que vêm sendo promovidos nas estatais pelo governo e a urgente necessidade de mobilização da sociedade, principal prejudicada, para resistir a todo esse processo de desmonte do Estado.

Organizado pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, que reúne entidades dos movimentos social e sindical, como centrais e sindicatos, o seminário contou com representantes da CUT, Intersindical, CTB, Fenae, Contraf, FUP, Apcefs e Comitê. Entre as empresas, Embrapa, Caixa, BB, BNDES, Petrobras, Eletrobras e EBC. E, entre os parlamentares presentes, participaram dos debates os deputados Zé Carlos (PT-MA), Pedro Uczai (PT-SC), Erika kokay (PT-DF), Bohn Gass (PT-RS) e Celso Pansera (PT-RJ).

Além da denúncia dos ataques e destaque à mobilização, o encontro também avaliou, de forma consensual, que é fundamental defender a realização de eleições democráticas, com apoio a candidatos comprometidos com o desenvolvimento do País, a democracia e o patrimônio público. Para tanto, foi lida e aprovada uma carta compromisso que será entregue aos candidatos ao pleito de outubro. Os que assinarem o documento terão seus nomes divulgados pelo comitê. O conteúdo da carta e demais estudos apresentados no evento também poderão ser acessados em breve na rede social do comitê.

Ataque voraz - “A necessidade de mobilização e resistência é urgente. Temos feito um extenso trabalho desde a questão do PLS 555, mas o governo golpista tem pressa, os ataques não param e mais de 200 empresas podem ser atingidas. Sociedade e empregados destas empresas já estão perdendo direitos conquistados ao longo de décadas, e isso precisa parar”, destaca a coordenadora do comitê e representante dos empregados da Caixa no Conselho de Administração, Rita Serrano.

Essa voracidade dos golpistas sobre as empresas públicas é tamanha que, na mesma manhã em que ocorria o seminário, audiências públicas debatiam outros dois assuntos correlatos: as regras para a venda do petróleo da União obtido nos contratos de partilha e a privatização da Eletrobras. E tudo isso apenas um dia após o vazamento de informações sobre demissões e fechamentos de agências nos Correios, que devem dispensar mais de cinco mil trabalhadores.

“A ideia é reforçar a luta das entidades para que o golpe não se aprofunde ainda mais. A Caixa já está na boca do furacão, mas estamos à disposição para enfrentar a retirada de direitos”, exemplificou o presidente da Fenae, Jair Ferreira. Além do seminário e da realização do ato, com a leitura da carta-compromisso, o evento também foi marcado pelo lançamento do livro “Se é público, é para todos”, que integra campanha do mesmo nome lançada há cerca de dois anos pelo comitê. Participaram os autores Rita Serrano e João Moraes, da Federação Única dos Petroleiros.

Para saber mais sobre a publicação e demais ações em prol das empresas, serviços e bens públicos, acesse a rede social do comitê: www.comiteempresaspublicas.com.br

https://www.facebook.com/comiteempresaspublicas/

ou entre em contato pelo e-mail publiccomite@gmail.com

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